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25 de Fevereiro de 2026 | Tempo de leitura: 2 minutos

Mpox no Brasil: casos por estado acendem alerta e reforçam a importância da vacinação

Nos últimos anos, o Brasil tem acompanhado com atenção a evolução dos casos de Mpox — doença viral anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Embora o país não esteja em cenário de emergência sanitária como em 2022, novos registros confirmam que o vírus continua em circulação, exigindo vigilância e estratégias de prevenção.

Situação epidemiológica no Brasil

Dados do monitoramento nacional indicam que o país já ultrapassou a marca de 12 mil casos acumulados desde o início do surto global, com maior concentração nas regiões Sudeste e Sul. Mesmo com redução em relação ao pico, notificações seguem ocorrendo de forma pontual, mantendo o alerta das autoridades sanitárias.

Casos de Mpox por estado

A distribuição dos casos varia ao longo do tempo, mas alguns estados concentram maior número de registros:

Sudeste

  • São Paulo: lidera em número de casos desde o início do surto, com registros recentes em diferentes municípios.

  • Rio de Janeiro: mantém alta incidência histórica e vigilância ativa.

  • Minas Gerais: acumulou centenas de casos ao longo do período epidemiológico.

Sul

  • Rio Grande do Sul: segue com confirmações pontuais, incluindo registros recentes em Porto Alegre e região metropolitana.

Demais regiões

Estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste também já registraram casos, demonstrando circulação nacional do vírus, ainda que com menor concentração proporcional.


O que é a Mpox?

A Mpox é uma doença viral causada por vírus do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por:

  • Contato direto com lesões

  • Fluidos corporais

  • Objetos contaminados

  • Contato íntimo e prolongado

 

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A vacinação é uma das medidas mais eficazes para conter a disseminação da Mpox. No Brasil, a vacina está disponível exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seguindo critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

A estratégia é direcionada a grupos prioritários, conforme avaliação epidemiológica, incluindo:

  • Profissionais de saúde com risco de exposição

  • Contatos próximos de casos confirmados

  • Pessoas com maior vulnerabilidade clínica

  • Grupos com maior risco de exposição ao vírus

A vacinação não ocorre de forma indiscriminada, mas sim estratégica, com o objetivo de interromper cadeias de transmissão e proteger os mais vulneráveis.

Mesmo com a vacinação, outras medidas seguem fundamentais:

  • Evitar contato com lesões de pessoas infectadas

  • Não compartilhar objetos pessoais

  • Higienizar as mãos com frequência

  • Procurar atendimento ao surgirem sintomas

A manutenção de casos em diferentes estados reforça que a Mpox ainda demanda atenção contínua. A combinação entre vigilância epidemiológica, diagnóstico precoce e vacinação pelo SUS é essencial para manter a doença sob controle no país.

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