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Parte dos brasileiros está ignorando a segunda dose da vacina

Muitos brasileiros que já receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 estão deixando de comparecer para a segunda aplicação. “Vão precisar novamente das duas doses se passar muito tempo”, avisa especialista.

O Ministério da Saúde anunciou que, em abril, 1,5 milhão de pessoas estavam nesta situação, o que coloca em risco a eficácia do próprio processo de vacinação. Do total de pessoas do país que já deveriam ter tomado a segunda dose, 143.015 seriam moradores do estado do Rio de Janeiro.

Segundo o médico Alexandre Chieppe, sanitarista da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, tomar apenas uma dose, além de não promover a proteção necessária contra a doença, ocasionará o desperdício da primeira vacina aplicada. “Uma vez que a pessoa retome a vacinação, vai precisar novamente das duas doses caso passe muito do tempo que deveria tomar a segunda dose”, explicou o especialista em entrevista à agência de notícias Sputnik Brasil. Chieppe ressalta que o país enfrenta um grande desafio de imunizar a população para “garantir uma relativa volta à normalidade”.

“É fundamental tanto para otimizar os recursos necessários, como para garantir a saúde das pessoas e a imunidade contra o novo coronavírus, que todas aquelas pessoas se atentem para a necessidade de tomar as duas doses da vacina”, alertou o sanitarista. “Só assim há uma ativação suficiente do nosso sistema imunológico para produzir as defesas necessárias, e não somente contra a infecção, mas principalmente nos protegendo contra as formas graves da covid-19”, afirmou Chieppe. O especialista explica que a principal razão para, eventualmente, as pessoas não tomarem a segunda dose é a falsa sensação de que estariam protegidas com a primeira. (Fonte: Jornal do Brasil).

A conservação dos imunobiológicos é outro fator essencial para a eficácia das imunizações. A manutenção da vacina na faixa de temperatura entre 2°C a 8°C é fundamental para preservar a integridade e suas características imunizantes. Estas condições são proporcionadas pelas câmaras científicas de conservação, equipamentos com tecnologia específica para o armazenamento correto de imunobiológicos. “As vacinas expostas a variações de temperatura podem ser inativadas, sendo que algumas mudam seu aspecto e alteram suas características físico-químicas. Por essa razão é muito importante que os profissionais de saúde que trabalham com imunizações conheçam as características das vacinas que administram e estejam familiarizados com as normas de conservação e armazenamento das mesmas”, afirma Roberto Olivares, Diretor Comercial da Biotecno, uma das marcas líderes brasileiras no segmento de conservação médica e científica. Mesmo assim, 4 em cada 10 municípios brasileiros ainda não possuem câmaras de conservação em todas as unidades de saúde. A RDC 197/2017 proíbe o uso de geladeiras domésticas para a guarda de vacinas, tanto no setor público quanto privado, devido ao alto risco de desvio de temperatura e instabilidade destes eletrodomésticos.

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