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Brasil já distribuiu mais de 110 milhões de doses de vacinas

É consenso que somente a vacinação da população pode conter o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Os números de contágio ainda são alarmantes, mas a vacinação no País está evoluindo, segundo números apresentados no “Vacinômetro”, portal do Ministério da Saúde que apresenta atualizações diárias sobre as ações de imunização.

 

Conforme apresentado no portal, até o dia 16 de junho o Brasil distribuiu 110.471.288 doses, com mais de 81 milhões de vacinas efetivamente aplicadas. Desse total, 57.676.179 configuram a primeira dose, enquanto a segunda dose está estimada em 23.864.423 de aplicações, com recursos destinados ao Estado na ordem de 158 milhões. O portal também apresenta outros números sobre a pandemia no Brasil, como número de recuperados (mais de 16 milhões) e óbitos decorrentes da Covid-19, estimados em mais de 490 mil.

Conforme o portal do Ministério da Saúde, as vacinas adotadas pelo SUS passaram por todas as etapas necessárias para a criação de um novo imunizante e cumprem a critérios científicos rigorosos adotados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Veja o status das vacinas que estarão disponíveis no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Os números podem ser acompanhados através do link https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao

 

A importância das câmaras científicas para vacinas

Em paralelo à aquisição de vacinas, é fundamental que a Cadeia de Frio brasileira também seja suprida com equipamentos adequados para a guarda de vacinas. Câmaras científicas são fundamentais para preservar a integridade das doses e proporcionar imunização eficaz da população. Infelizmente, muitos municípios brasileiros ainda possuem carência desses equipamentos e seguem armazenando vacinas em geladeiras domésticas. Esta prática é proibida pela legislação, desde a entrada em vigor da RDC 197/2017, que preconiza o armazenamento correto de vacinas em câmaras científicas regularizadas pelo Ministério da Saúde/ANVISA, que atendem às especificações tecnológicas requeridas para a conservação dos imunobiológicos.

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