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Vacinação em pacientes oncológicos: quais cuidados são necessários?

Todos nós sabemos da importância da imunização para o organismo. Em pacientes oncológicos, contudo, existem alguns pontos que precisam ser observados.

 

Preocupada em esclarecer a população sobre a vacinação destes pacientes, a Sociedade Brasileira Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) lançaram o Guia de Vacinação no Paciente Oncológico. A publicação reúne, entre outros pontos, informações sobre as vacinas especialmente recomendadas e contraindicadas, vacinação de contatos domiciliares e apresenta o fluxo dos CRIE — incluindo um modelo de formulário de encaminhamento. Atualmente, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 600 mil novos casos da doença ocorrem no país anualmente.

O ideal para pessoas que vão entrar em tratamento imunossupressor é receber as vacinas antes do início da terapia. Isso garante a segurança (vacinas atenuadas) e a melhor resposta vacinal (vacinas inativas). As vacinas inativas devem ser aplicadas duas semanas antes da imunossupressão e as vivas atenuadas entre 3 a 4 semanas antes.

E quando se trata de COVID-19, que é o que estamos vivendo, todas as vacinas disponíveis são consideradas inativas, logo, não há contraindicação formal para vacinação de imunocomprometidos. As vacinas de vetor viral são constituídas por vírus não replicantes e classificadas como funcionalmente inativadas. Acesse informações completas no guia preparado pela SBIm pode ser acessado pelo link:

 

https://sbim.org.br/images/guias/guia-vacinacao-paciente-oncologico-sboc-sbim-2021.pdf

 

Conservação de vacinas em câmaras científicas

Além das observações em relação às condições de cada paciente, existe ainda, em relação às vacinas, o compromisso de mantê-las armazenadas corretamente, em equipamentos científicos. As câmaras científicas para vacinas devem ser utilizadas em qualquer estabelecimento de saúde que as armazene, por determinação da RDC 197/2017. Esta normativa proibiu o uso de geladeiras domésticas, que acarretam desvios de temperatura e o consequente comprometimento das propriedades imunizantes. Câmaras científicas possuem diversos recursos e tecnologias que garantem todos os aspectos da conservação, normalmente na faixa de temperatura entre 2°C e 8°C.

Roberto Olivares, Diretor Comercial da Biotecno, explica um dos motivos pelos quais não se devem utilizar refrigeradores domésticos para a guarda de vacinas. “Ele não tem controle de temperatura em todos os níveis. Não possuem baterias e quando a energia da rede comercial acaba, a temperatura sobe e não há muito o que fazer. Existem hoje até casos de vandalismo, em que a rede elétrica é cortada propositalmente. Com um Sistema de Emergência, a câmara científica continuará refrigerando e operando normalmente, a partir do seu próprio backup”, complementa Olivares. Os próprios medicamentos oncológicos termolábeis também devem ser conservados em câmaras científicas para preservar sua integridade e oferecer segurança durante os tratamentos.

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